sábado, 12 de agosto de 2017



Quais são os resultados do engajamento da equipe?

Além da produtividade, que já mencionamos, uma equipe engajada:
  • encara os desafios propostos para alcançar um patamar de excelência com motivação;
  • dissemina uma imagem positiva da empresa diante do mercado, já que os colaboradores se tornam uma forte ferramenta de marketing da organização;
  • revê procedimentos e estabelece práticas que reduzem a ocorrência de erros, por ter compromisso com a qualidade;
  • reduz a necessidade de novas contratações e, consequentemente, os custos da empresa, pelos altos níveis de produtividade;
  • mantém seus talentos na organização, já que, pela identificação e satisfação, eles sentem uma necessidade menor de buscar outras oportunidades de carreira. Portanto, diminui o turnover e seus custos.
http://gestaodeequipes.com.br/engajamento-da-equipe-entenda-por-que-ele-e-importante/


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O TRABALHO EM EQUIPE



 Um conceito cada vez mais valorizado no ambiente profissional é o trabalho em equipe. Ter agilidade para desenvolver trabalhos em conjunto tem sido um das qualidades mais exigidas nos processos de contratação. Trabalhar em equipe significa criar um esforço coletivo para resolver um problema, são pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa visando concluir determinado trabalho, cada um desempenhando uma função específica, mas todos unidos por um só objetivo, alcançar o tão almejado sucesso.
      A atividade em equipe deve ser entendida como resultado de um esforço conjunto e, portanto as vitórias e fracassos são responsabilidades de todos os membros envolvidos. Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe , como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto.
       No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e reconhecem sua importância para o sucesso da tarefa. Os objetivos são comuns e as metas coletivas são desenvolvidas para ir além daquilo que foi pré-determinado. O trabalho em equipe possibilita trocar conhecimentos e agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados. Na sociedade em que vivemos, o trabalho em equipe é muito importante, pois cada um precisa da ajuda do outro.
       Pense numa vela acesa, ela é bonita, envolvente, ilumina tudo ao seu redor. Uma vela acesa simboliza esperança, harmonia, fé. Por si só é bonita, porque ela mesma tem a sua luz. Mas a vela por outro lado é muito frágil, e qualquer vento ou sopro pode apagá-la.
       Transferindo isso para o trabalho em equipe podemos concluir, que por mais que tenhamos luz própria, que brilhemos e tenhamos talento, é preciso lembrar que sozinhos nós somos muito frágeis e é exatamente por isso que qualquer problema do dia-a-dia pode ofuscar o nosso brilho. Daí a importância de entendermos o poder da ajuda mútua, sempre lembrando de que líderes e equipes superam crises quando se unem.
       Saiba que quando pegamos os nossos sonhos e juntamos com os sonhos de outras pessoas, tudo se torna mais forte, iluminado e por mais escuro que o mundo pareça ser, quando o ser humano se junta consegue milagres extraordinários. O ser humano trabalhando em equipe, colaborando uns com os outros, cooperando. Consegue com certeza, afastar a escuridão e todos os problemas que possam afligir a organização.
       Na vida temos que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos um ao outro a coragem aumenta, o nosso potencial se duplica e os nossos objetivos se tornam mais passíveis de realização.

Jenifer Soares Romualdo

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BRAINSTORMING E SUA IMPORTÂNCIA PARA A ORGANIZAÇÃO



Brainstorming significa tempestade cerebral ou tempestade de ideias. É uma expressão inglesa formada pela junção das palavras "brain", que significa cérebro, intelecto e "storm", que significa tempestade.
brainstorming é uma dinâmica de grupoque é usada em várias empresas como uma técnica para resolver problemas específicos, para desenvolver novas ideias ou projetos, para juntar informação e para estimular o pensamento criativo.
Brainstorming é um método criado nos Estados Unidos, pelo publicitárioAlex Osborn, usado para testar e explorar a capacidade criativa de indivíduos ou grupos, principalmente nas áreas de relações humanas, dinâmicas de grupo e publicidade e propaganda.
A técnica de brainstorming propõe que um grupo de pessoas se reúnam e utilizem seus pensamentos e ideias para que possam chegar a um denominador comum, a fim de gerar ideias inovadoras que levem um determinado projeto adiante. Nenhuma ideia deve ser descartada ou julgada como errada ou absurda, todas devem estar na compilação ou anotação de todas as ideias ocorridas no processo, para depois evoluir até a solução final.
Para uma sessão de brainstorming devem ser seguidas algumas regras básicas: é proibido debates e críticas às ideias apresentadas, pois causam inibições, quanto mais ideias melhor; nenhuma ideia deve ser desprezada, ou seja, as pessoas têm liberdade total para falarem sobre o que quiserem; para o bom andamento, deve-se reapresentar uma ideia modificada ou combinação de ideias que já foram apresentadas; por fim, igualdade de oportunidade - todos devem ter chance de explore suas ideias.
https://www.significados.com.br/brainstorming/

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Trabalho em equipe é o diferencial de uma empresa de sucesso

No início, o homem trabalhava para produzir aquilo que consumia. Muitos se empenhavam em plantações, costurar suas vestimentas e construir moradias. Foi aí, neste período, que o ser humano começou a se organizar em sociedades e iniciaram os primeiros escambos, ou seja, a troca de mercadorias. Por exemplo, se eu tivesse uma carroça sem uso e precisasse de alimentos para a minha família, poderia fazer uma negociação com um agricultor e trocar a casa por legumes, verduras e frutas. Tudo através de um bom diálogo. E disso surgiu o comércio.
Mais tarde começaram a aparecer as primeiras fábricas e já em meados do século XXI, a forma de obter recursos mudou um pouco. Foram chegando o trabalho formal, no século XVIII e XIX, em que já eram impostas funções e remunerações aos trabalhadores e, depois, por volta de 1932, os brasileiros tiveram acesso a Carteira de Trabalho (CLT), que lhes oferecia outros benefícios como, o 13º salário.
Hoje quando se pensa em trabalho a principal preocupação para o ser humano é a realização profissional. Tanto que Confúcio já afirmou: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na sua vida”. E essa tem sido a meta de muitos brasileiros. Atuar em um ambiente de trabalho o qual desperte a vontade de acordar todos os dias e ir para o trabalho, onde passamos a maior parte do nosso dia.
Atualmente, o profissional pensa em se especializar, fazer cursos técnicos, faculdades, tudo com o intuito de se realizar profissionalmente. Mas, para disputar a concorrência hoje em dia, não basta apenas ter experiência e boa instrução escolar. Com o passar dos anos, o mercado foi ficando mais exigente e os empresários estão à procura de profissionais que saibam trabalhar em equipe. Esse tem sido o principal requisito das empresas, pois sabem que disso depende o sucesso do seu negócio.
O maior astro do basquete, Michael Jordan, já reconheceu que “o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”. E essa tem sido a visão dos empresários, por isso, o desempenho em grupo tem sido a maior exigência para as contratações.  A seleção dos candidatos é a etapa primordial para que o negócio tenha sucesso. A empresa precisa avaliar bem os candidatos os quais entrevista, identificar qualidades e os defeitos também. Afinal, ninguém é perfeito, não é mesmo?
Neste quesito (trabalho em equipe) o gestor é o maior responsável, por ter a função de “cabeça”. Fazendo uma analogia com o corpo humano, o cérebro gera os comandos e os membros respondem, trabalham juntos e um precisa do outro para se movimentar e alcançar o estímulo indicado. E é desta mesma maneira que um quadro de funcionários precisa funcionar: unido em prol do melhor resultado.
Você já deve ter ouvido aquele ditado que diz que “uma andorinha sozinha não faz verão”. Pois é, um funcionário sozinho não pode ser responsável pelo sucesso e desempenho de uma empresa. Neste cenário, entra também o papel do líder, que é fundamental para a empresa, pois ele precisa comandar o grupo para alcançar os resultados desejados e motiva-los sempre.
Sinto-me lisonjeado quando converso com o dono de uma empresa a qual dou coaching e ele afirma: minha equipe alcançou as metas este mês. Não pelo fato da conquista, mas por mostrar a união com seus parceiros de trabalho e não focar a aquisição apenas em si. Com isso, já sei que aquele negócio está indo pelo caminho certo e o meu trabalho está valendo a pena. Sem dúvida, isso é uma grande satisfação.
Aos líderes afirmo que é importante fazer com que os seus colaboradores confiem em você e se sintam bem no local de trabalho. Eles precisam te enxergar como alguém que quer ajudar. Afinal, este é o teu trabalho como líder. Não pense que é apenas mandar. E já dizia Albert Einstein: “O único lugar aonde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Pense nisso!
Por Alejandro De Gyves, diretor para América Latina da ActionCOACH
http://www.empreendedoresweb.com.br/trabalho-em-equipe-e-o-diferencial-para-o-sucesso/

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

A Força Da Liderança Nas Organizações Bem Sucedidas


Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.
Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.
Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.
O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.
O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo.
Segundo BERGAMINI a formação de um vínculo social entre o líder e os liderados consiste em uma condição crucial para o ajustamento dos mesmos nas diferentes circunstâncias de trabalho; entretanto, a formação deste vínculo poderá ocasionar sentimentos positivos ou negativos, ou seja, “o vínculo da liderança só ocorrerá de maneira”, produtiva quando as ações do líder forem ao encontro das expectativas do subordinado e vice-versa.
As organizações bem-sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação. Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes.
Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho, dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização. Mas, para conseguir resultados positivos têm que desenvolver interesse pelos funcionários e deixar que eles saibam disso, tratar as pessoas como pessoas e saber investir no máximo lucro dos recursos humanos.
O importante é deixar que as pessoas saibam que a organização as respeita que lhes tem consideração e que elas são importantes e jamais a liderança pode ser forçada. Portanto, o líder do futuro terá de crescer na função que desempenha, esse crescimento terá que ser contínuo e positivo e para isso o primeiro passo é exercer uma visão sobre cada membro da equipe como ser único, dotado de capacidades e dificuldades. Conhecer as necessidades e expectativas pessoais e profissionais de cada membro para a eficiência e a eficácia do processo de liderar.
Assim, liderança significa ajudar as pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar e manter relacionamentos bem-sucedidos.
Referência:
BERGAMINI, C.W. Liderança: administração do sentido. São Paulo, Atlas, 1994.
CARNEGIE, Dale. O Líder em você. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.
http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/a-fora-da-liderana-nas-organizaes-bem-sucedidas/
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Como fazer o trabalho em equipe dar certo?

1. Identifique seu perfil

A primeira recomendação, para todo e qualquer profissional, é investir em identificar qual seu perfil comportamental preponderante e entender em que situações você costuma se sair melhor ou pior. “Apenas sabendo quais são os seus gaps é que você pode trabalhar para melhorá-los”, diz Silvio.
Observe, por exemplo, se você costuma falar mais do que o necessário nessas horas, fazendo com que a reunião se prolongue e acabe menos centrada no que realmente importa. Observe também se, por outro lado, você se sente mais incomodado quando precisa falar para muitas pessoas ao mesmo tempo e se acaba deixando de passar informações importantes, pois se sente constrangido nessa situação.

2. Respeite o perfil do colega

A segunda dica é essencial, embora possa parecer óbvia. Introvertidos e extrovertidos precisam se respeitar. “Normalmente, quando os dois perfis têm que trabalhar em equipe, um reclama do outro, mas nenhum dos dois se esforça para fazer a coisa funcionar”, diz Silvio. A cena mais comum é ter de um lado os introvertidos que não falam e, de outro, os extrovertidos que não param de falar.”

3. Não seja prolixo

Agora, especialmente para os mais extrovertidos, a recomendação é tentar ser menos prolixo no discurso e mais profundo na argumentação. “Essas pessoas gostam tanto de sociabilizar que muitas vezes acabam perdendo o foco e, claro, a produtividade.”

4. Tenha um planejamento

Uma boa estratégia para os extrovertidos trabalharem em grupo é estruturar o que deve ser feito e qual o prazo para cada atividade. Isso ajuda a manter o papo nos trilhos.

5. Estruture o que vai falar

Para os introvertidos, a dica é estruturar as falas com antecedência. “Pense quais informações você tem que passar, qual o propósito do trabalho, de que forma você pode ajudar”, explica Silvio. Com tudo isso organizado mentalmente, o risco de você ficar só observando – quando poderia estar contribuindo – é menor. Isso porque, como suas ideias já estarão estruturadas, sua comunicação poderá fluir mais facilmente.
http://www.vagas.com.br/profissoes/dicas/5-passos-para-fazer-o-trabalho-em-equipe-funcionar/
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sábado, 10 de junho de 2017

VEJAM ALUNOS UM EXCELENTE TEXTO DE LOGISTICA

Gestão e Tecnologia Industrial

A QUALIDADE EM SERVIÇOS DE LOGÍSTICA

Alan Teixeira de Carvalho e Cleber Ribeiro Maia
Alan Teixeira de Carvalho, Contador, Coordenador de Logística, Marangoni Tread Latino América
Cleber Ribeiro Maia, Engenheiro Mecânico, Gerente de Produção e Logística, Marangoni Tread Latino América

Ex-alunos da pós-graduação em Gestão de Logística do Ietec
Resumo
Atualmente, valoriza-se muito a agilidade e flexibilidade das empresas, que lhes permita entregar produtos mais ajustados às necessidades individuais de cada cliente. A indústria vem de longa data, desenvolvendo e implementando técnicas e métodos produtivos e de logística neste sentido. Este artigo faz um levantamento das melhores praticas utilizada na gestão dos serviços logísticos dentro de toda a cadeia de suprimentos. 


Também é estabelecido um panorama do grau de conhecimento e utilização das técnicas e métodos propostos pela indústria brasileira, com base em artigos e estudo de casos.



Palavras-chave: qualidade, logística, agilidade, flexibilidade e confibialidade.



Introdução



A terminologia de “Qualidade” é algo que está já enraizado no pensamento dos consumidores finais. O simples fato de uma empresa estar certificada garante-lhe, teoricamente, uma maior vantagem competitiva. Por vezes, nem sempre isso acontece, pois cada cliente é único e percebe a Qualidade da empresa, dos seus produtos e/ou serviços de forma diferente.



Entende-se por Qualidade o atendimento das necessidades do cliente continuamente. Baseia-se na prevenção de aspectos relativos à não-qualidade tais como: erros, defeitos na realização de serviços e produção de bens, tempo desperdiçado, demoras, falhas, falta de segurança nas condições de trabalho, erro na compra de produtos, serviço desnecessário e produtos inseguros.
Há algumas características associadas a serviços que diferenciam essa atividade da fabricação de produtos e, por isso, precisam ser consideradas, quando aplicadas as técnicas de qualidade. 



Revisão de Literatura



Para Ballou (1993, p. 73), “Nível de serviço logístico é a qualidade com que o fluxo 
de bens ou serviços é gerenciada. É o resultado líquido de todos os esforços logísticos da  firma. É o desempenho oferecido pelos fornecedores aos seus clientes no atendimento dos pedidos. O nível de serviço logístico é o fator chave do conjunto de valores logísticos que as empresas oferecem a seus clientes para assegurar sua fidelidade. “Como o nível de serviço logístico está associado aos custos de prover esse serviço, o planejamento da movimentação de bens e serviços deve iniciar-se com as necessidades de desempenho dos clientes no atendimento de seus pedidos”. 



O serviço ao cliente pode ser mensurado em termos da disponibilidade de materiais, desempenho operacional e confiabilidade. Nesse sentido, a disponibilidade relaciona-se com a manutenção de estoques para o pronto atendimento das necessidades dos clientes. O desempenho operacional refere-se ao tempo incorrido desde o pedido da mercadoria até a entrega da mesma ao consumidor final, enquanto a confiabilidade mede a pontualidade das entregas, isto é, o efetivo cumprimento dos prazos de entregas previamente acordados com os clientes (BOWERSOX e CLOSS ,1996).



Desenvolvimento



No entanto, se percebe que as demandas por serviços logísticos passam por um processo de transformação. Neste momento em  que o mercado busca por empresas que ofereçam não só operações de transporte, manuseio, carga, descarga, controle de estoques e outras. O mercado deseja empresas que agreguem valor através da melhoria da qualidade dos serviços, possibilidades de otimização dos custos totais dos serviços logísticos, melhoria no relacionamento entre os elos da cadeia logística, capacidade de inovação tecnológica e processos mais ágeis e simples.



Características identificadas sobre serviços de logística:
Serviços são produzidos e consumidos simultaneamente, ou seja, não podem ser estocados para serem consumidos posteriormente, e isto significa que qualquer defeito na produção do serviço já afetou o consumidor, o que não ocorre necessariamente na produção de bens.



Na indústria é possível prevenir a ocorrência de defeitos, antes que o mesmo seja oferecido ao mercado. Na prestação de serviços, o cliente geralmente percebe os defeitos embora o prestador de serviço nem sempre, e isso afeta a satisfação do cliente. É mais fácil mensurar possíveis erros no processo produtivo, enquanto no setor de serviços os defeitos ficam mais facilmente encobertos. Como, por exemplo, quantificar a perda de venda quando se atende mal um cliente ou quando não se realiza um bom serviço de pós-vendas.

Na prestação de serviços quem o presta, freqüentemente fica distante de quem o controla. As necessidades e preferências do cliente constituem o coração de qualquer programa de qualidade total. Um dos papas da qualidade total, o Dr. Deming, apresentou 14 pontos fundamentais a serem observados na implantação de um programa de qualidade na área de serviços logísticos que são apresentados sucintamente abaixo:
1 Crie uma visão consistente para a melhoria de um produto ou serviço objetivando tornar-se competitivo e manter-se em atividade. 
2 Adote a nova filosofia e assuma a sua liderança na empresa. 
3 Termine com a dependência da inspecção como via para a qualidade. 
4 Minimize os custos com a selecção de um fornecedor preferencial. 
5 Melhore de uma forma constante e contínua cada processo. 
6 Promova a aprendizagem no terreno (training on the job). 
7 Encare a liderança como algo que todos podem aprender. 
8 Não lidere com base no medo. Evite usar um estilo autoritário de gestão. 
9 Destrua as barreiras entre os departamentos funcionais. 
10 Elimine as campanhas ou slogans com base na imposição de metas. 
11 Abandone a gestão por objetivos com base em indicadores quantitativos. 
12 Não classifique o desempenho dos trabalhadores ordenando-os por ranking. 
13 Crie um ambicioso programa de formação para todos os empregadores. 
14 Imponha a mudança como sendo uma tarefa de todos os trabalhadores.


Ballou (1995) diz que conseguir confiabilidade nos serviços logísticos é uma questão, portanto, de estabelecer patamares de atividades logísticas que proporcionem o nível de serviço logístico planejado e esperado pelo cliente, que por sua vez está alinhado ao nível de serviço que este espera proporcionar ao seu cliente. Entretanto, antes de iniciar estas medidas, é importante identificar os elementos-chave que determinam o serviço e determinar as necessidades de serviço dos clientes e como elas podem ser medidas. Ou seja, medir o nível de serviço logístico não é de grande valia, a menos que as necessidades de serviço do cliente possam ser estimadas.



De posse destes grupos, formados pela contraposição, pode-se finalmente operacionalizar as necessidades e armadilhas para prestar um serviço logístico de alta confiabilidade, tais como:



- Capacidade Técnica: Agrupa fatores que estão relacionados à infra-estrutura do PSL (pessoal, tecnologia, equipamentos etc.), know how, experiência e competências, não só disponíveis hoje, mas também em relação a sua disposição em fazer investimentos com o intuito de melhor atender às necessidades dos clientes;
- Flexibilidade: Refere-se à capacidade de adequação e adaptação, de forma rápida, às necessidades não previstas do cliente. A falta de comprometimento do cliente com a parceria pode fazer com que a flexibilidade venha representar custos elevados;
- Sistemas de Informação: Refere-se à disposição de criação de um canal de comunicação,



Os indicadores de desempenho logístico podem monitorar a qualidade das atividades logísticas internas à empresa ou a de seus parceiros (fornecedores).
Quanto ao âmbito, podem ser:



Interno: Monitoram o desempenho dos processos internos à empresa (Ex.:
giro de estoques, ruptura de estoque, etc.)
Externo: Monitoram o desempenho dos serviços prestados pelos parceiros
(fornecedores) da empresa. (Ex. entregas realizadas dentro do
prazo, tempo de ressuprimento do fornecedor, etc.)



Conclusão



O objetivo central deste artigo foi a identificação da lacuna existente entre a percepção e a expectativa dos clientes a respeito da qualidade dos serviços de distribuição.



A busca por eficiência tem como pré-requisito a alta qualidade dos serviços prestados ao cliente final. Atualmente para se atingir esse objetivo não basta apenas ter o aprimoramento das atividades internas da empresa, e preciso lembrar que o serviço só termina quando ocorre o pós-venda. Por isso é fundamental também que exista um alto nível de integração entre os parceiros de uma mesma cadeia, ou seja cliente e fornecedor.



Concluindo, não podemos esquecer que, tão importante quanto o estabelecimento da estratégia e a definição dos indicadores de desempenho as empresas precisam investir na formação da equipe necessária para transformar em ação o que foi planejado e corrigir o rumo do que está fora das metas estabelecidas.



Referência Bibliográficas
  
BALLOU, R. H. (1995) - Logística Empresarial. Atlas. São Paulo.
BERRY, L.L. & PARASURAMAN, A. (1992) - Serviços de Marketing: Competindo através de qualidade.
Maltese-Norma. São Paulo.
BOWERSOX, D.J. & CLOSS, D.J. (1996) - Logistical management: the integrated supply chain process.
McGraw Hill. New York.
http://www.ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=11&canallocal=41&canalsub2=132&id=1147  Serviços Logísticos: Otimismo e Estratégia
http://www.net-empregos.com/formacao_detalhe.asp?ID=9653 Capacidade Lógica - A Qualidade Nos Serviços Logísticos
XXVI ENEGEP - Fortaleza, CE, Brasil, 9 a 11 de Outubro de 2006
ENEGEP 2006 ABEPRO 1, Atributos da dimensão confiabilidade na prestação de serviços logísticos: um estudo exploratório, Marcelo Alvaro da Silva Macedo (PPGEN/NEGEN/UFRuralRJ), Kátia de Almeida (NEGEN/UFRuralRJ) 


Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem.
Peter Drucker
Currículo Lattes   : CV: http://lattes.cnpq.br/3470619455709046
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